
Faltam menos de cinco meses para o primeiro turno das eleições de 2026, quando o povo brasileiro irá votar para presidente, governador, senadores, parlamentares federais e estaduais.
No Brasil, vamos reeleger Lula para garantir que o Brasil siga sendo um país soberano e com liberdades democráticas, e para que possamos ser um país com desenvolvimento e com justiça social para a grande maioria do nosso povo.
No Mato Grosso do Sul, vamos eleger Fábio Trad governador, Vander Loubet senador e uma forte bancada na Assembleia Legislativa para que nosso estado possa voltar a ter um governo democrático e popular. E vamos fazer com que Elias Ishy – hoje primeiro suplente de deputado federal – represente a classe trabalhadora na Câmara dos Deputados.
Neste momento, estamos na fase da pré-campanha, quando precisamos constituir núcleos de apoio à nossa pré-candidatura em cada cidade, em cada categoria, em cada setor. O que apresentamos a seguir são alguns argumentos que podem ser utilizados nesse trabalho.
Elias Ishy tem uma longa trajetória, que se iniciou na Pastoral da Juventude, passou pelo Sindicato dos Bancários e desembocou no Partido dos Trabalhadores, pelo qual foi eleito e reeleito vereador desde 2000.
Quem quiser mais detalhes sobre a biografia de Elias Ishy clique aqui: https://www.eliasishy.com.br/p/carta-aberta.html
Em 2022, Elias Ishy foi eleito primeiro suplente de deputado federal. Um dos deputados federais eleitos em 2022 agora está disputando a vaga de Senador. Noutras palavras: neste ano de 2026, é muito grande a possibilidade de Elias Ishy ser eleito deputado federal.
Quem quiser conhecer o documento “Trabalho, transparência e compromisso com a população”, que Elias apresentou em 2022, e também a “Carta aos Cristãos”, apresentada em outras campanhas, pode clicar aqui: https://valterpomar.blogspot.com/2026/05/textos-de-elias-ishy.html
As eleições presidenciais de outubro de 2026 serão um confronto entre dois projetos antagônicos. Não se trata apenas de impedir a volta dos golpistas, nem se trata somente de dar continuidade às políticas públicas que foram retomadas a partir de janeiro de 2023. O que está em jogo é algo mais profundo, que pode ser denominado de contradições existenciais: democracia contra ditadura, soberania contra entreguismo, bem-estar contra sofrimento, desenvolvimento contra retrocesso, guerra contra paz, a esperança contra o medo, a vida contra a morte.
Todas as pesquisas realizadas até agora indicam que Lula será reeleito presidente da República. Mas a eleição será daqui a cinco meses. Nesse intervalo de tempo, os inimigos do povo farão de tudo para tentar vencer, inclusive buscar apoio em governos e em empresas estrangeiras. Por isso, cabe a nós manter um clima de mobilização e diálogo permanente com o conjunto da população brasileira, para desfazer mentiras, explicar o que fizemos e debater o que pretendemos fazer no próximo mandato.
Nas eleições de 2022, apresentamos as seguintes propostas:
- Comida boa e barata;
- Educação de qualidade;
- Fortalecimento do SUS;
- Fortalecimento do SUAS;
- Fomento à cultura;
- Geração de emprego e renda;
- Moradia popular;
- Agricultura familiar e agroecologia;
- Proteção do meio-ambiente;
- Defesa das minorias e respeito à diversidade;
- Desenvolvimento econômico com sustentabilidade e justiça social;
- Políticas públicas para a juventude;
- Organização social e participação popular.
Essas 13 propostas serão mantidas e atualizadas nas eleições 2026. Ao longo da pré-campanha, detalharemos as ações que vamos defender na campanha e no mandato. Desde já, destacamos o seguinte.
Faremos campanha em defesa do fim da escala 6×1, da redução da jornada de trabalho, de uma reforma tributária que faça os ricos pagarem impostos, de uma reforma política e do fim das emendas parlamentares impositivas.
Destacaremos na campanha a defesa da soberania nacional: soberania produtiva (indústria, ciência e tecnologia), soberania alimentar (reforma agrária), soberania energética (recuperar o controle público sobre a Eletrobras e Petrobras), soberania comunicacional (criar empresas nacionais, públicas e privadas, que substituam as big techs), soberania sobre s recursos naturais (uma estatal para gerir as terras raras, garantir políticas ambientais compatíveis com o bem-estar e com o desenvolvimento), soberania militar (com forças armadas capazes de defender o país das agressões dos EUA), soberania cultural (uma consciência de massa democrática, popular e socialista).
Seguiremos nos contrapondo aos métodos violentos e ineficazes defendidos pela direita e seguiremos defendendo uma verdadeira política de segurança pública. Reafirmamos a necessidade urgente de criar o Ministério da Segurança Pública. Combateremos o feminicídio.
Nosso mandato federal lutará para:
- Ampliar os recursos destinados a fazer do Brasil uma das maiores potências industriais e tecnológicas do mundo;
- Aprovar uma reforma tributária que taxe fortemente o capital entesourado, estimule a produção e desonere os rendimentos do trabalho;
- Direcionar a capacidade de investimento do BNDES, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal no sentido das políticas de desenvolvimento estabelecidas pelo governo;
- Ampliar o reajuste do salário-mínimo, na perspectiva de chegar em 2030 garantindo ganho real capaz de cumprir o determinado pela Constituição;
- Aumentar os recursos disponíveis para agricultura familiar, principal fonte de alimentos saudáveis e baratos; como também ampliar o PAA indígena e quilombola no MS, contribuindo com alimentação de qualidade, gerando renda e fortalecendo a autonomia de suas comunidades;
- Viabilizar a reforma agrária, alterando a legislação no sentido de permitir a desapropriação de latifúndios que não cumprem sua função social. Associar distribuição de terras, formação das vilas agroindustriais e o fomento do cooperativismo;
- Apoiar as demarcações de terras no MS, dos povos indígenas, terceira maior população do país, e das 21 comunidades quilombolas, como também atender suas reivindicações por água potável e infraestrutura;
- Garantir o acesso da população a alimento, moradia, saúde, educação, transporte, emprego;
- Adotar políticas que estimulem a geração de empregos no setor público, nas empresas privadas e na economia solidária;
- Repassar 10% das receitas correntes brutas da União para a saúde pública para construção de Unidades Básicas de Saúde, fortalecimento da atenção básica no meio urbano, nas aldeias e comunidades rurais de MS, notadamente nas áreas sem infraestrutura sanitária, fato que agrava endemias, como a de Chikungunya, em 2026;
- Ampliar os investimentos em educação, atingindo os 10% reivindicados pelos movimentos sociais e pelos especialistas na área, para atender a educação básica, implantar escolas em tempo integral na educação pública e apoiar a expansão do ensino superior de qualidade através das Universidades Públicas UFMS, UFGD, UEMS e dos Institutos Federais, garantindo acesso e permanência dos acadêmicos;
- Ampliar os investimentos na reforma urbana, com base no Estatuto das Cidades, enfatizando o tema do transporte público, saneamento básico e habitação.
- Ampliar o orçamento da área de cultura;
- Fortalecer as políticas de direitos humanos em defesa das mulheres, da juventude, das crianças, do idoso, das pessoas com deficiência e no combate ao racismo, à homofobia e à intolerância religiosa.
Além das propostas citadas acima e de outras que serão agregadas ao longo da campanha, a militância que apoia a pré-candidatura de Elias Ishy deve enfatizar – em cada cidade, em cada movimento, em cada segmento – que nosso futuro mandato federal será colocado a serviço da organização das bases.
Faremos em âmbito federal o que já fazemos em âmbito municipal: um mandato a serviço da base, não um mandato que se utiliza das bases.
WhatsApp: 67 9 9939.3849
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