Banco Central: o nó do problema

Por Valter Pomar. Acontece que o resultado é o seguinte: depois de um imenso esforço nosso, apenas das grandes diferenças em relação ao governo anterior, seguimos mais ou menos no mesmo lugar. Por quais motivos isto acontece? Essencialmente por erros na nossa atuação política. O que inclui erros na “economia política” do nosso governo. Essa economia política – assim como toda a nossa linha política, desde 2022 – parte do princípio de que devemos buscar um acordo com setores do lado de lá. No caso da economia, o acordo incluiu fazer uma troca. O governo adotaria uma política fiscal ortodoxa e, em compensação, o Banco Central afrouxaria na política de juros. O governo cumpriu sua parte. O Banco Central, não!

A urgência da mudança de rumo do governo e do PT

Por Marcos Jakoby. Estamos com 1 ano e 6 meses de governo Lula III e às vésperas das eleições municipais. Qualquer dirigente e militante da esquerda, com um pouco de senso crítico, percebe que estamos num momento sensível. Por mais que tenhamos melhorado em muitos dos indicadores econômicos e sociais, o governo, nas últimas pesquisas, tem perdido, paulatinamente, aprovação da população.

Resolução sobre conjuntura (02 de junho)

Por Executiva Nacional da AE. O principal problema político do governo está na linha seguida pelo ministério da Fazenda. Tendo em vista que o Banco Central segue mantendo os juros altos, manter uma política fiscal austera impacta negativamente toda a economia do país. Crescemos menos do que podemos e precisamos, ampliamos políticas sociais menos do que podemos e precisamos.

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