Boletim interno da Direção Nacional da
tendência petista Articulação de Esquerda
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1/Reunião da direção nacional da AE
No dia 29 de março aconteceu uma reunião da direção nacional da AE. Participaram Dani Matos, Fátima Lima, Jandyra Uehara, Júlio Quadros, Valter Pomar, Natália Sena, Ana Flavia, Patrick Campos, Suelen Gonçalves, Leirson Silva, Eliane Bandeira, Ivonete Cruz, Múcio Magalhães, Luiz Eduardo Bonetti e Marcos Jakoby.
2/Resolução sobre situação política e tarefas
O TEXTO ABAIXO AINDA ESTÁ SENDO REVISADO
A direção nacional da tendência petista Articulação de Esquerda, reunida no dia 29 de março de 2026, aprovou a seguinte resolução sobre a situação política e nossas tarefas.
1.A guerra desencadeada pelos Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica do Irã completou um mês. Os dois Estados agressores têm um comportamento criminoso e terrorista. O Irã tem o direito de se defender. Não haverá paz no mundo enquanto a aliança imperialista-sionista não for totalmente derrotada. As dificuldades dos Estados Unidos na guerra podem levar o governo Trump a atacar Cuba. E reforçam a importância, para a extrema-direita, de influir nas eleições brasileiras.
2.Faltam menos de 7 meses para as eleições de 2026. A preços de hoje, Lula será reeleito no segundo turno e por uma pequena diferença de votos. Entretanto, setores crescentes do Partido e da esquerda brasileira manifestam preocupação com a possibilidade de que o resultado da eleição presidencial possa vir a ser outro. Esta preocupação é especialmente presente entre aqueles que, ontem mesmo, falavam em vitória no primeiro turno, se iludiam sobre a popularidade do governo federal e subestimavam a força da extrema-direita, aspectos que analisaremos nos próximos pontos deste documento.
3.O primeiro aspecto a considerar é que parcela expressiva do povo brasileiro segue avaliando negativamente nosso governo federal e, relacionado a isto, segue negando o voto em nossas candidaturas. Esta situação não deveria constituir surpresa. Desde o início de 2023 temos alertado para esse fato, que decorre ao nosso ver de um mix de problemas: primeiro, deficiências na luta político ideológica travada tanto pelo governo, quanto pelo PT e pela esquerda em geral; segundo, as deficiências de coordenação, que afetam tanto a ação administrativa quanto a ação política do governo; terceiro, erros e insuficiências nas ações do governo, em parte causadas pela política econômica, em parte causadas por escolhas incorretas (por exemplo a decisão de não revogar as reformas previdenciária e trabalhista, as debilidades da política do MDA, os problemas da política de comunicação, a influência empresarial no ministério da Educação etc.); finalmente, mas não menos importante, há uma subestimação dos nossos problemas, dos nossos erros e dos nossos inimigos, acompanhada de uma cabotina superestimação de nossos êxitos. Todos estes problemas são agravados por um crescente “culto à personalidade”, que na prática sobrecarrega o presidente e exime certos dirigentes de pensar com sua própria cabeça e assumir suas responsabilidades.
4.O segundo aspecto a considerar é a força da candidatura da extrema direita. Desde 2018 temos alertado para a potência, capilaridade e resiliência da extrema-direita, suas articulações internacionais, seu apoio material na classe dominante, seu controle dos meios de comunicação. Infelizmente, há militantes que subestimaram tanto a força do inimigo, que chegaram até mesmo a falar em vitória no primeiro turno, argumentando que a extrema-direita teria supostamente se convertido em “cadáver político”. A subestimação do inimigo é muitas vezes acompanhada de uma crença na força dos setores de centro-direita e da direita tradicional, motivo pelo qual toda vez que a extrema-direita cresce, ressurgem as manifestações de fé na “frente ampla em defesa das instituições”.
5.Um terceiro aspecto a considerar é o pequeno número de candidaturas majoritárias petistas para disputar os governos estaduais. Não teremos candidatura petista, nem de esquerda, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, dois dos mais populosos estados brasileiros, tampouco em Santa Catarina, entre outros estados. Em alguns deles, o PT decidiu apoiar candidaturas majoritárias de direita, em alguns casos com vínculos recentes com o bolsonarismo. Em alguns dos estados que o PT governa (Ceará, Bahia, Piauí e Rio Grande do Norte) há situações preocupantes, que integram um contexto em que se prevê uma redução da votação petista no Nordeste.
6.Considerando a situação nacional, se não houver mudança na tática, não haverá alteração qualitativa na composição do Senado e da Câmara.
7.Um quarto aspecto a considerar é a ingerência externa, praticada pelo governo dos Estados Unidos. Setores do Partido subestimaram o imperialismo, parecendo acreditar numa suposta e milagrosa “química” entre os presidentes dos EUA e Brasil. A verdade é outra: controlar o Brasil é essencial para o êxito da estratégia dos Estados Unidos, de converter a região em “quintal”.
8.No momento, parte da ingerência dos EUA é direta e política, como se pode perceber na escolha do nome que será candidato pela extrema-direita. Outra parte da ingerência é indireta e afeta a economia do país: a guerra dos EUA e Israel contra o Irã tem como um de seus efeitos aumentar o preço dos combustíveis, provocando inflação, numa situação em que o governo não dispõe – principalmente devido à privatização da BR Distribuidora – dos instrumentos necessários para enfrentar a situação.
9.A inflação que tende a crescer, em função da guerra, atinge uma população altamente endividada, dívida sobre a qual pesa a imensa taxa de juros imposta pelo Banco Central. Os erros da política econômica cobram alto preço, entre os quais a redução da taxa de crescimento em pleno ano eleitoral. Apesar disso, setores do governo e do Partido seguem afirmando que a política fiscal seria um êxito, eximindo-se do desastre causado pelo Banco Central.
10.Um quinto aspecto a considerar é a fadiga programática. Como reconhecem até mesmo alguns dirigentes da tendência que venceu o PED 2025, o PT só ganhará a eleição de 2026 caso se apresente como “partido antissistêmico”. Isso envolve não apenas um posicionamento de campanha que faça o enfrentamento do sistema, aqui e agora, mas também a apresentação de um programa qualitativamente superior para o quarto mandato Lula, um programa que traga novidades efetivas e estruturais. Acontece que nosso governo só dará um salto programático se conseguirmos superar os dogmas do Arcabouço Fiscal, o que por sua vez implica enfrentar o sistema financeiro (“Faria Lima”), o agronegócio e os porta-vozes de ambos: os partidos de oposição e a mídia oligárquica. Ou seja: se rompermos com as bases da “frente ampla” estabelecida em 2022. Além disso, será necessário que este programa superior seja defendido por nossas candidaturas à Câmara, ao Senado e aos governos estaduais. É preciso que defendamos, por exemplo, o fim das emendas parlamentares; o fim da autonomia do BC; medidas tributárias contra os ricos; medidas em defesa da classe trabalhadora (como a redução da jornada e o fim da escala 6×1).
11.Na contramão destas medidas, há setores estudando medidas de ajuste fiscal para 2027, o que no melhor dos casos seria reincidir no erro já cometido em 2015. Também na contramão de um programa superior, o coordenador de programa da pré-candidatura a governador de Fernando Haddad informou que não vamos defender a reestatização da Sabesp (empresa de saneamento do governo de São Paulo) porque “o PT respeita contratos”, ignorando portanto o caráter fraudulento da privatização da maior empresa pública de água e esgotos da América Latina. Além disso, se é assim, como então vamos defender a reestatização da BR Distribuidora? E como enfrentar os efeitos da guerra de Trump, sem retomar o controle público sobre a BR Distribuidora e sobre a própria Petrobras?
12.Um sexto aspecto a considerar: a direção nacional eleita no PED 2025 não está demonstrando estar à altura da situação. Eleita com um discurso antipolarização, a atual direção está sendo obrigada a atuar numa situação em que só a polarização antissistema pode nos levar à vitória.
13.Escolhida a partir da interferência direta de Lula, parte da atual direção está terceirizando suas responsabilidades, como confirma a utilização — nos debates internos — dos apelos de Lula como suposto “argumento em última instância”.
14.Ademais, há um visível desconhecimento da situação realmente existente no terreno, como se percebe no caso do Rio Grande do Sul, estado que já poderíamos estar governando — se a direção nacional anterior tivesse comparecido adequadamente na campanha de 2022; e que poderemos passar a governar a partir de 2027, se a atual direção nacional parar de sabotar a campanha de Lula e de Edegar no Rio Grande do Sul.
15.A incapacidade da atual direção nacional do Partido — agravada, em muitos casos, pelas dificuldades das direções estaduais e municipais — torna muito difícil propor medidas para enfrentar e superar a situação. Afinal, estas medidas precisam ser debatidas, deliberadas e encaminhadas por instâncias que hoje funcionam muito mal. Nesse sentido, reafirmamos que o Oitavo Congresso Nacional do PT precisa travar um profundo debate estratégico, programático e tático.
16.Nos documentos que apresentamos como contribuição da AE ao Oitavo Congresso defendemos, entre outras medidas:
-que o governo lance um programa emergencial de enfrentamento da crise causada pela guerra, ampliando imediatamente os investimentos e os gastos do governo federal em todos os terrenos;
-que o governo volte a fazer pressão pública pela redução da taxa de juros pelo Banco Central, ao mesmo tempo em que ofereça à população e a pequenos e médios empresários linhas de crédito excepcionais por parte do BB, CEF e BNDES;
-que o governo implemente um programa de refinanciamento das dívidas das famílias;
-que o governo desencadeie uma operação policial e sanitária contra as BETS;
-que nossas pré-candidaturas proporcionais em todo o país sejam orientadas a fazer uma campanha com o mote CONTRA O CONGRESSO INIMIGO DO POVO, enfatizando o fim das emendas parlamentares;
-que sejam imediatamente substituídos, nos cargos de governo, todos os comissionados que estão obstruindo, sabotando e dificultando as ações de governo e favorecendo assim a candidatura da extrema-direita;
-que se tomem medidas para reestatizar a BR Distribuidora;
-que se tomem medidas para que o Estado brasileiro retome o controle acionário da Petrobras;
-que se revoguem as contrarreformas trabalhista e previdenciária.
17.Defendemos, também, que o Partido garanta candidaturas majoritárias petistas e de esquerda em todos os estados onde isto for possível.
18.Ao lado das medidas acima citadas – medidas cujo objetivo é incidir na disputa eleitoral – acrescentamos que é preciso enviar imediatamente um petroleiro brasileiro, custodiado por navios de nossa marinha de guerra, levando combustível para Cuba.
19.Há plenas condições de vencer a campanha presidencial, reeleger Lula, manter e ampliar nossas bancadas na Câmara, Senado e Assembleias Legislativas, bem como aumentar o número de governos estaduais dirigidos pelo PT. Mas para isso é preciso dar uma guinada imediata em nossa linha política. Lembrando que não basta vencer: é preciso vencer em condições de fazer um quarto mandato superior ao terceiro. Nesse sentido, reiteramos a necessidade de fazermos em todos os níveis campanha de esquerda, com candidaturas de esquerda, tendo como objetivo principal ganhar o apoio e voto da classe trabalhadora, das mulheres, negros e negras, jovens e moradores das periferias. Foram esses setores da população que derrotaram a extrema-direita em 2022 e que voltarão a garantir o triunfo da esquerda em 2026. Mas para isso precisamos ganhar a população para votar e defender um quarto mandato Lula superior ao atual, um governo realmente antissistêmico, ou seja, que faça os ricos, os poderosos, a turma das finanças, do agronegócio e da mineração pagar a conta, para mudar estruturalmente a vida da maioria da população e para mudar o lugar do Brasil no mundo.
O TEXTO ACIMA AINDA ESTÁ SENDO REVISADO
3/Congresso do PT
Foi dado um informe sobre o Oitavo Congresso do PT e sobre o debate realizado na mais recente reunião da coordenação do congresso. Em seguida Suelen, Natália, Patrick e Valter atualizaram os informes sobre as comissões (conjuntura, diretrizes, programa, estatutos e FPA). Depois dos informes, debatemos a situação e aprovamos as seguintes deliberações: pressionar para que seja aprovado o regimento do Congresso; preparar a apresentação de emendas substitutivas globais; organizar um ciclo de debates virtuais para apresentarmos os temas em discussão. Este ciclo será em abril, em data que a Dnae vai definir.
4/Definição de titulares
A Dnae apontar, dentre os seus integrantes, quem ficará responsável pela:
-secretaria nacional de organização: Patrick
-secretaria nacional de formação: Natália
-coedição do Página 13: Jakoby
-acompanhamento do Ceará: Valter
-acompanhamento do Alagoas: Valter
5/Atualização da divisão de tarefas na Dnae
Adriana Souza (MG) será candidata em 2026
Ana Affonso (RS) será candidata em 2026
Ana Flávia (RN), agenda de cidades onde conseguimos maioria, secretária de nucleação da JPT nacional
Damarci Olivi (MS) tesouraria
Daniela Matos (DF), tesouraria adjunta
Eliane Bandeira (RN), acompanhamento Sergipe
Fátima Lima (RJ) acompanhamento dos setoriais nacionais
Gleice Jane (MS) será candidata em 2026
Hilton Faria da Silva (TO), acompanhamento Maranhão
Humberto Amaducci (MS)
Ivonete Alves (SE), direção da CNTE e acompanhamento de Pernambuco
Jandyra Uehara (SP) direção nacional da CUT e coordenação sindical nacional da AE, acompanhamento Sergipe
Júlio Quadros (RS), DN e acompanhamento Paraná
Leirson Azevedo (PA)
Luiz Boneti (RS), DN
Marcos Jakoby (RS), edição do site, coedição do OM, acompanhamento Santa Catarina
Múcio Magalhães (PE), acompanhamento Goiás
Natália Sena (RN) DN, CEN, coordenação do GTE eleitoral, coedição do podcast, secretaria nacional de organização
Patrick Campos (PE), edição do podcast, acompanhamento Piauí, secretário nacional de organização, pode vir a ser candidato a deputado
Suelen Aires Gonçalves (RS), coedição da Esquerda Petista, acompanhamento de Minas Gerais e do Espírito Santo
Valter Pomar (SP), edição do OM, edição do Página 13, edição da Esquerda Petista, acompanhamento dos estados do AM, AC, RR, RO, AL e CE
Wilma dos Reis (DF), acompanhamento do MT
6/Esquerda Petista
A Dnae decidiu que a próxima edição da revista Esquerda Petista será publicada depois das eleições presidenciais de 2026, com fechamento editorial em novembro e distribuição em dezembro.
7/Roteiro de viagens
Ana Flávia apresentar uma primeira versão de lista de cidades que devem ser visitadas, ao longo de 2026, pela Dnae. Ana Flávia e Patrick vão elaborar conjuntamente um plano mínimo de viagens com responsáveis, levando em conta também a campanha eleitoral.
8/Roteiro de acompanhamento dos estados
A direção nacional da tendência petista aprovou o seguinte roteiro para acompanhamento dos estados.
1.A/o dirigente responsável por cada estado deve realizar uma reunião mensal com a respectiva direção estadual.
2.Onde não houver direção estadual, deve ser convocado o respectivo congresso extraordinário, para eleger a direção e aprovar um plano de trabalho. O regimento do congresso extraordinário deve ser aprovado pela Dnae.
3.As reuniões mensais citadas no ponto 1 devem debater a conjuntura do estado, avaliar a implementação do plano de trabalho estadual e discutir as medidas relativas a campanha de 2026.
4.Onde houver direção mas ainda não existir plano de trabalho estadual, a direção estadual deve marcar data e definir processo para elaboração deste plano, que deve incluir metas objetivas de crescimento junto a classe trabalhadora, expansão no território e ampliação da influência no PT.
5.Cabe ao dirigente responsável redigir ajuda memória de todas as reuniões de que participe e encaminhar esta ajuda memória para a direção nacional.
6.Ao longo do ano, a/o dirigente responsável deve realizar visitas presenciais ao estado, tanto na capital quanto em cidades do interior, para conhecer melhor a realidade local, bem como interagir diretamente com a militância da AE em particular e do PT em geral.
9/Situação dos estados
Foram apresentados informes sobre a situação geral dos estados, sobre a situação geral do PT e sobre a situação eleitoral estrito senso. Parte dos informes foi enviada por escrito, parte foi dada oralmente. Os informes orais foram os seguintes:
1.Rio Grande do Sul, por Marcos Jakoby e Júlio Quadros
2.São Paulo, por Valter Pomar
3.Rio Grande do Norte, por Natália Sena
4.Mato Grosso do Sul, não houve informe oral
5.Tocantins, não houve informe oral
6.Rio de Janeiro, por Fátima Lima
7.Distrito Federal, por Daniela Matos
8.Santa Catarina, por Marcos Jakoby
9.Goiás, por Múcio Magalhães e Natália Sena
10.Paraná, por Júlio Quadros
11.Mato Grosso, não houve informe
12.Paraíba, Eliane vai ao estado nas próximas semanas;
13.Minas Gerais, Suelen, Valter e Natália falaram a respeito;
14.Piauí, Patrick;
15.Maranhão, não houve informe;
16.Espírito Santo, Suelen;
17.Sergipe, Ivonete e Valter deram informes;
18.Pernambuco, Múcio e Patrick deram informes;
19.Roraima, Rondônia e Acre: foram dados informes por escrito
20.Informes Bahia e Amazonas: foram dados informes por escrito
21.Informe Amapá e Alagoas: não houve informes
22.Ceará: informe dado por Valter e Natália.
23.Pará, informe dado por Leirson.-
Foi dado um pequeno informe, também, sobre a situação do PSOL.
10/data da plenária/conferência de militantes da AE na área da saúde
Proposta que a data seja combinada por Fátima Lima com Ricardo Menezes.
11/próxima edição (abril) do Página 13
Textos devem chegar até o dia 31/3. Pauta: Capa: congresso do PT. Página 2, editorial e expediente. Página 3 a 6 conjuntura internacional, Estados Unidos Jana Silverman, Irã, Venezuela, Cuba Soraya Zanforlin, China Vladimir Milton Pomar. Página 7, conjuntura nacional Natália Sena, Página 8 a 10, eleição nos estados; texto Ary Vanazzi; entrevista Guida. Página 11, balanço do Congresso do Andes. Página 12: balanço do 8 de março Suelen Gonçalves; página 14: congresso do PT; página 14: zodíaco.
12/agenda atualizada
01/04 Reunião da Comissão Executiva Nacional do PT
10 a 12 de abril – Elahp RN Curso América Latina
24 a 26/4/2026 CONGRESSO NACIONAL DO PT
26/4 reunião da Dnae
01/05 Dia de luta da classe trabalhadora
01/05 festa de 10 anos do Centro Cultural Esperança Vermelha
2/5 reunião virtual nacional de formadoras e formadores da AE
2/5 congresso municipal da AE SP SP
04/05 Reunião da Executiva Nacional do PT
16 de maio – X congresso estadual da Articulação de Esquerda do RS
22 de maio, curso da Elahp em Neves (MG)
23 de maio, curso da Elahp em Belo Horizonte (MG)
24 de maio, congresso estadual da AE MG
30 e 31 de maio, curso da Elahp em Porto Alegre
31/5 reunião da Dnae
5 de junho – curso da Elahp em Salvador
6 de junho – curso da Elahp em Feira de Santa
7/6 – congresso da AE Bahia em Feira de Santana
11/06 Reunião da Executiva Nacional
13/06 Reunião do Diretório Nacional
28/6 reunião da Dnae
JULHO Convenções partidárias
26/7 reunião da Dnae
30/8 reunião da Dnae
27/9 reunião da Dnae
04/10 Primeiro Turno das Eleições
08/10 Reunião da Executiva Nacional
10/10 Diretório Nacional
25/10 Segundo Turno das Eleições
01/11 reunião da Dnae
27, 28 e 29/11/2026 XI Congresso Nacional da AE
29/11 reunião da Dnae
10/12 Reunião da Executiva Nacional
12/12 Diretório Nacional
13/12 reunião da Dnae
13/eleições sindicais
CONTRAF: primeiro semestre 2026
ADUFABC: eleição em 2026
APEOESP: 2026
Servidores Santo André: 2026
FETEC: segundo semestre 2026
Sindicato Bancários SP, Osasco e região: 2027
Petroleiros SJC: 2027
Servidores SJC: eleição 2027
Jornalistas SP: eleição 2027
SINPRO Guarulhos: abril 2028

