Rudá, Lula e Tatto

Por Valter Pomar. Confesso que não consigo levar a sério um “projeto de esquerda” que se organiza em torno de pesquisas, de voto útil, de eleições e de um demiurgo. Mas confesso, também, que sou fiel ao PT. Não por patriotismo de partido. Mas porque aprendi algo básico nestes mais de 40 anos: a prestar atenção no que o inimigo quer. E o que o inimigo mais quer, hoje, é destruir o PT.

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