Sobre a transição, a posse, o novo governo e suas medidas

Por DNAE. Hoje, precisamos ter claro o seguinte: se o governo é de coalizão, cabe ao presidente da República arbitrar e cabe ao PT apoiar o governo e ao mesmo tempo liderar a esquerda partidária e social na disputa pelos rumos do governo. Fazer isso (apoiar e disputar) exige capacidade de elaboração, exige debate, exige divisão de trabalho, exige política fina. E nada disso vai existir se pelo menos a direção nacional do Partido não se reunir.

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Vencemos! Como manter esse avanço social? Tarefas para toda população a partir de agora

Por Andressa Roana Schley. Essa vitória se deu também, talvez principalmente, porque as pessoas perceberam uma vida pior durante o último (des)governo, uma vida difícil, cara, e querem quase que desesperadamente a sua vida de volta, uma vida melhor. Pessoas que permaneceram firmes no 13 a ponto de não darem seu voto ao dinheiro, à coerção ou ameaças.

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A ilusão sobre a calmaria que não virá

Por Lucas Rafael Chianello. Tal cenário é preocupante porque diante de vias e rodovias bloqueadas, acampamentos civis em frente a quartéis que pedem a derradeira e manifestações dominicais após a missa e antes do almoço, nós ainda mantemos a postura pré-golpe: fingir que nada está acontecendo para que o problema se resolva per si.

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O terceiro turno

Por Silvio Queiroz. A extrema-direita não esperou mais que umas poucas horas para entrar em campo no terceiro turno da eleição. Enquanto a gente ainda festejava a vitória suada de domingo, a franja mais radical do bolsonarismo começava a bloquear estradas pelo país. Amanhecemos na segunda, meio ainda na ressaca cívica, com um ensaio de caos em marcha.

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Bozo haikai: tô fora, tá okey?

Por Valter Pomar. Acabou, por ahora, a queda de braço dentro da extrema direita. O discurso minimalista feito pelo cavernícola, na tarde de 1 de novembro, confirma ter prevalecido o grupo que acha melhor "deixar de lado qualquer tipo de 'operação Capitólio' e adotar nos próximos anos uma tática mais 'sofisticada', combinando ações fora-da-lei com uma oposição institucional mais ou menos radical".

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Dilema cavernícola

Por Valter Pomar. A eleição presidencial não está decidida. Lula está com a vantagem, mas isso ainda precisa ser confirmado nas urnas. E como a diferença será pequena, terá grande importância a movimentação das próximas horas. O que o cavernícola ainda pode fazer, para tentar ganhar? “Raspar o tacho” do eleitorado indeciso? Aumentar a produção de fake news? Sabotar o deslocamento de eleitores? Tumultuar as seções de votação? Colocar em dúvida o anúncio dos resultados? 

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A hora da verdade

Por Mariuza Guimarães. Curiosamente, a religião, o poder em mãos fundamentalistas, oprime as mulheres, escraviza as crianças, define grupos e subgrupos, subjuga, subjetiva e assujeita, levando quem tem poder de mando a acreditar que são detentores de todas as verdades; e levando os subjugados a crerem que estão nessa posição por uma escolha, passando a adotar as ideias de seus dominadores como suas.

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