Orientação Militante N°517 (26 de janeiro de 2026)

Boletim interno da Direção Nacional da

tendência petista Articulação de Esquerda

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1/Reunião da direção nacional da AE

No dia 25 de janeiro aconteceu uma reunião da direção nacional da AE, para debater conjuntura, divisão de tarefas e outras questões. Justificou ausência: a companheira Ivonete.

2/Resolução sobre conjuntura

A direção nacional da tendência petista Articulação de Esquerda, reunida no dia 25 de janeiro de 2026, aprovou a seguinte resolução sobre a situação e as nossas tarefas.

1.A disputa política no Brasil de 2026 gira ao redor da eleição presidencial de outubro. Se a eleição fosse hoje, Lula seria reeleito presidente, provavelmente no final de outubro e com uma vantagem frente ao segundo colocado semelhante a vantagem obtida na eleição presidencial de 2022.

2.Entretanto, a eleição não será agora, mas em outubro. E nesses meses que faltam até a eleição há vários fatores atuando que podem produzir um resultado diferente. Isso fica evidente se compararmos a conjuntura do final do ano com a conjuntura do início do ano, que inclui os impactos políticos da agressão militar contra a Venezuela, assim como outras ameaças do imperialismo contra México, Colômbia, Cuba, Irã e inclusive Groenlândia. Nossa obrigação, como dirigentes do PT, é analisar cada um desses fatores e tomar as medidas necessárias para garantir a nossa vitória. Entre tais fatores, destacamos a ação dos Estados Unidos, a ação da classe dominante, a ação da extrema-direita e a ação da direita tradicional.

3.Mesmo que sejam uma potência estrategicamente declinante, do ponto de vista tático os Estados Unidos estão em plena ofensiva para “voltar a ser grande”. Esta ofensiva tem como um de seus objetivos centrais recuperar o controle sobre o que eles chamam de “quintal”: a América Latina e Caribenha. Vimos os efeitos disto nas recentes eleições de Honduras e Chile, assim como no ataque militar seguido do sequestro do Presidente Maduro e da deputada Cilia Florez, cuja liberdade exigimos, sendo fundamental organizar em todas as cidades comitês de solidariedade à Venezuela. O ataque contra nosso vizinho foi só o começo: para controlar a América Latina e Caribe, os EUA precisam controlar o Brasil. Por este motivo, o governo Trump já está ingerindo nas eleições brasileiras. A extrema-direita exultou com o resultado da agressão contra a Venezuela, assim como há quem já esteja emulando o comportamento da polícia anti-imigrante estadunidense. A marcha fascista encabeçada por um deputado da extrema direita, concluída com uma manifestação em Brasília, se deu nesse contexto. Para vencer as eleições de 2026, precisamos neutralizar e derrotar a ingerência dos Estados Unidos. Isso passa por ações internacionalistas de solidariedade, com destaque para Venezuela, Cuba e Colômbia; passa pela denúncia da ingerência imperialista contra o Irã; e passa, também, pelo apoio a mobilização nos Estados Unidos, especialmente contra a ICE, que atua como um braço armado do fascismo de Trump.

4.Um dos braços dos Estados Unidos é a classe dominante brasileira, cujo coração segue em Miami. Mesmo que tenha sido poupada e beneficiada pelas ações do governo Lula, a classe dominante brasileira segue insatisfeita e trabalha para recuperar o controle absoluto da administração federal. Por este motivo, seguirão atuando para impedir a reeleição de Lula. Com este propósito, lançarão mão dos métodos que já vimos operando noutras eleições, desde a sabotagem econômica até o crime eleitoral, passando pela influência no debate político. Para vencer as eleições de 2026, precisamos neutralizar e derrotar a classe dominante.

5.Outro dos braços dos Estados Unidos é a extrema-direita. Mesmo depois da prisão do cavernícola e de seus principais cúmplices na fracassada intentona golpista, a extrema-direita continua recebendo o apoio de mais de 35% do eleitorado brasileiro e segue trabalhando para recuperar a presidência da República. Mas para isto, precisam levar a disputa para o segundo turno, onde buscarão unificar toda a oposição. Um dos motes da extrema-direita é estimular o medo e a insegurança, para em seguida se apresentar como uma suposta alternativa. A ingerência dos Estados Unidos contribui nesse sentido, à medida que o governo Trump tem se notabilizado por fazer ameaças e tentar atemorizar quem dele discorda. É nesse contexto que reafirmamos a necessidade urgente de criar o Ministério da Segurança Pública, ao mesmo tempo que reafirmamos que a única maneira de derrotar a extrema-direita neste tema é se contrapondo às políticas de insegurança pública adotadas em governos como os do Rio de Janeiro e São Paulo, entre outros. Ganha grande importância, nesse contexto, o combate ao feminicídio, que tem crescido no país, como decorrência direta da influência da extrema-direita e facilitado pelas políticas armamentistas do governo cavernícola. Para vencer as eleições de 2026, precisamos neutralizar e derrotar a extrema-direita.

6.A extrema-direita consegue, em vários temas, polarizar a direita tradicional. Este é o caso, por exemplo, do debate sobre a segurança pública. Mesmo possuindo uma força eleitoral reduzida, a direita tradicional tem muita força nas instituições, na mídia e junto ao empresariado. Responsável pelo golpe de 2016 e pela prisão de Lula, além de cúmplice de boa parte da gestão bolsonarista, a direita tradicional sabe que a eleição presidencial de 2026 será decidida por pequena diferença. As lideranças da direita tradicional estão divididas entre apoiar Lula, apoiar quem vier a ser candidato pela extrema-direita, lançar uma candidatura própria ou aguardar para decidir depois. Para vencer as eleições de 2026, muito mais importante do que eventuais alianças é atrair o voto da base social e do eleitorado que hoje segue esta direita tradicional, sem que isso nos faça perder o voto dos setores populares, que são os que decidiram a eleição em 2022 e voltarão a decidir em 2026.

7.Além dos Estados Unidos, da classe dominante, da extrema-direita e da direita tradicional, há um quinto fator que pode dificultar nossa vitória nas eleições presidenciais de 2026. Trata-se da capacidade que o governo e a esquerda possuem de cometer erros. Esses erros podem contribuir para um resultado eleitoral distinto daquele que hoje é o mais provável. Entre esses erros destacamos as concessões feitas em favor do agronegócio e ao capital financeiro, a entrega do Banco Central a um inimigo do povo, uma política fiscal que atrapalha a reindustrialização e a ampliação das políticas sociais, a incapacidade de viabilizar reformas estruturais, a demora em fazer a coisa certa, o medo de politizar e de polarizar, a ilusão em que as eleições presidenciais serão fáceis. Para vencer as eleições de 2026, precisamos fazer prevalecer no governo, no PT e nas esquerdas a tática correta, o que começa afirmando que a eleição presidencial não está decidida e será preciso um imenso esforço para vencer. A tática correta inclui, também, colocar em debate questões centrais como o fim da escala 6×1, a redução da jornada de trabalho, uma reforma tributária que faça os ricos pagarem impostos, o fim das emendas parlamentares impositivas vinculadas ao inconstitucional parlamentarismo de fato implantado deste o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff.

8.Vencer as eleições presidenciais de 2026 será fundamental para a classe trabalhadora, para o futuro do Brasil e para a luta pelo destino do mundo. Entretanto, não basta vencer. É preciso vencer em condições de fazer um mandato programaticamente superior ao atual. Não queremos ganhar como em 2014: naquele ano, nossa vitória foi seguida de um ajuste fiscal ortodoxo, que facilitou a brutal contraofensiva desencadeada por nossos inimigos. Tampouco queremos vencer como em 2010: naquele ano, achamos que bastaria dar continuidade às mesmas políticas adotadas no segundo governo Lula. O resultado foi que, quando a “marolinha virou um tsunami”, não tínhamos preparado as esquerdas e nem preparado o povo para o salto de qualidade que seria necessário na ação do governo. Em 2026, queremos vencer como vencemos em 2006, ou seja, fazendo uma inflexão na política e criando as condições para um quarto mandato Lula melhor do que o terceiro.

9.Para que Lula 4 seja superior a Lula 3, é preciso em primeiro lugar, como é óbvio, vencer. Mas precisamos vencer com uma vantagem significativa de votos em relação ao segundo colocado; ampliando nossas bancadas parlamentares e o número de governadores de esquerda ou pelo menos progressistas; com apoio popular mobilizado e organizado; e com um rumo estratégico claro, que passa por uma campanha politizada e polarizada, apoiada na mobilização popular e na defesa de um programa de reformas estruturais. Fazendo isso, venceremos em condições não apenas de fazer um mandato superior ao atual, mas também chegaremos em 2030 em condições de seguir governando o Brasil.

10.Na atual conjuntura mundial, continental e nacional, a eleição presidencial no Brasil adquire um significado transcendental. Um governo de esquerda no Brasil é um ponto de apoio para a luta por outra ordem mundial e por uma integração regional latino-americano e caribenha. Ao mesmo tempo, a reeleição de Lula constitui uma pré-condição para que possamos implementar reformas que mudem o Brasil e que mudem o lugar do Brasil no mundo.

11.Coexistem, na esquerda brasileira, diferentes visões estratégicas, assim como diferentes posições acerca de qual deve ser nossa tática frente às eleições de 2026. Essas diferenças se expressam na política de alianças, na escolha das candidaturas, na linha de campanha e no programa. As diferenças se expressam, também, no papel atribuído aos movimentos e às lutas sociais, especialmente num ano eleitoral. Se queremos mudar a correlação de forças, é preciso estimular ao máximo a conscientização, a organização e a mobilização de todos os setores da classe trabalhadora.

12.Trabalharemos para que prevaleçam em todos os casos saídas pela esquerda, pois este é o caminho para conquistar e solidificar o apoio à Lula entre as camadas populares, que nos deram a vitória em 2022, nos darão novamente a vitória em 2026 e criarão as premissas necessárias para nova vitória em 2030.

13.Além de eleger Lula e obter vitórias nas eleições para governo, senado, câmara dos deputados e assembleias legislativas, é fundamental fortalecer as organizações coletivas da classe trabalhadora. Chamamos o processo eleitoral tradicional de “burguês” por vários motivos, sendo o principal deles a influência do poder econômico na definição de quem se elege ou deixa de se eleger. Mas há outro motivo que precisa ser lembrado: o estímulo ao individualismo, às carreiras pessoais, à oligarquização da política. O único antídoto contra isso é fortalecer organizativa e ideologicamente nossas organizações coletivas, com destaque para o Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras.

A direção nacional da tendência petista Articulação de Esquerda

Brasília, 25 de janeiro de 2026

2/Equipe editorial

O companheiro Jakoby é editor do site Página 13 e o companheiro Valter é o editor do jornal Página 13. Ambos foram autorizados a buscar, na militância da AE, pessoas que possam atuar voluntariamente como coeditores.

No caso da revista Esquerda Petista, a companheira Suelen assumirá a condição de coeditora. O editor é o Valter.

3/Visita às cidades onde a chapa nacional da AE foi majoritária no PED 2025

A companheira Ana Flávia vai organizar a lista de cidades onde nossa chapa nacional foi majoritária no PED 2025 e, com base nessa lista, vai agendar (para si mesmo ou para outros integrantes da direção) visitas a cada uma dessas cidades, se possível para realizar três atividades: i/plenária municipal da AE; ii/planejamento do trabalho municipal da tendência; iii/curso de formação política aberto a todos os petistas e simpatizantes.

4/Criação da AE nos estados onde ainda não existimos

Naqueles estados onde a AE não tem existência e/ou onde não tem direção estadual (Santa Catarina, Goiás, Roraima, Rondônia, Acre), precisamos visitar os estados, realizar um curso de formação política, apresentar as diretrizes do X Congresso, construir um plano de trabalho para que ao longo de 2026 a tendência possa existir e contribuir na constituição de direção estadual provisória. Assumiram esta tarefa, respectivamente: Santa Catarina, Marcos Jakoby; Goiás, Múcio Magalhães; Roraima, Rondônia e Acre, Valter Pomar.

5/Apoiar os estados onde existimos formalmente, mas com expressivas fragilidades organizativas e políticas

A direção nacional fará um esforço, em comum acordo com as respectivas direções estaduais, para convocar, ajudar a organizar e estar presente em congressos estaduais da AE naqueles estados onde existimos formalmente, mas com expressivas fragilidades organizativas e políticas: Paraná, Mato Grosso, Amapá, Amazonas, Paraíba, Bahia. Nesses congressos estaduais, devemos: i/realizar um curso de formação política; ii/apresentar as diretrizes do X Congresso; iii/aprovar um plano de trabalho para o ano de 2026; iv/eleger direção estadual.

Assumiram esta tarefa, respectivamente: Paraná, Júlio Quadros; Mato Grosso, Wilma; Amapá, Bahia e Amazonas, Valter; Paraíba, Eliane.

6/Apoiar os estados onde estamos em processo de reorganização

A direção nacional indicou dirigentes para, em comum acordo com as respectivas direções estaduais, convocar, ajudar a organizar e estar presente em congressos em cada um dos estados onde estamos em processo de reorganização: Minas Gerais, Alagoas, Piauí, Maranhão, Ceará. Nesses congressos estaduais, devemos: i/realizar um curso de formação política; ii/apresentar as diretrizes do X Congresso; iii/aprovar um plano de trabalho para o ano de 2026; iv/eleger direção estadual. Assumiram esta tarefa, respectivamente: Minas Gerais, Suelen; Piauí, Patrick; Maranhão, Hilton; Ceará e Alagoas, a executiva da tendência vai decidir.

7/Acompanhamento dos estados onde estamos organizados

A direção nacional começou a indicar dirigentes para estar presente nos congressos estaduais que sejam convocados pelas respectivas direções daqueles estados onde existimos de maneira organizada: Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Sergipe, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Distrito Federal. Antes ou durante esses congressos estaduais, devemos: i/realizar um curso de formação política; ii/apresentar as diretrizes do X Congresso; iii/aprovar um plano de trabalho para o ano de 2026; iv/eleger direção estadual. Assumiram esta tarefa, respectivamente: Espírito Santo, Suelen; Sergipe, Jandyra; Pernambuco, Ivonete. A executiva nacional vai decidir quem acompanha nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Distrito Federal.

8/Roteiro para acompanhamento dos estados

A executiva nacional vai aprovar um roteiro de acompanhamento dos estados. Entende-se como acompanhamento uma rotina de contatos, reuniões e visitas. Mesmo que a rotina de acompanhamento seja de uma reunião virtual por mês, seguida de informe para a Dnae, isso ajudará a organização nos estados, que devem reproduzir o mesmo procedimento de acompanhamento nas respectivas cidades e setores.

9/Decisões pendentes

A executiva nacional vai indicar um tesoureiro adjunto, assim como as pessoas que vão assumir a secretaria de formação e a secretaria nacional de organização.

10/Divisão de tarefas

Adriana Souza (MG) será candidata em 2026

Ana Affonso (RS) será candidata em 2026

Ana Flávia (RN), agenda de cidades onde conseguimos maioria

Damarci Olivi (MS) tesouraria

Daniela Matos (DF)

Eliane Bandeira (RN), acompanhamento Sergipe

Fátima Lima (RJ) acompanhamento dos setoriais nacionais

Gleice Jane (MS) será candidata em 2026

Hilton Faria da Silva (TO), acompanhamento Maranhão

Humberto Amaducci (MS)

Ivonete Alves (SE), direção da CNTE e acompanhamento de Pernambuco

Jandyra Uehara (SP) direção nacional da CUT, coordenação sindical nacional da AE e acompanhmento Sergipe

Júlio Quadros (RS), DN e acompanhamento Paraná

Leirson Azevedo (PA)

Luiz Boneti (RS), DN

Marcos Jakoby (RS), edição do site, coedição do OM e acompanhamento Santa Catarina

Múcio Magalhães (PE), acompanhamento Goiás

Natália Sena (RN) DN, CEN, coordenação do GTE eleitoral, coedição do podcast

Patrick Campos (PE), edição do podcast e acompanhamento Piauí

Suelen Aires Gonçalves (RS), coedição da Esquerda Petista, acompanhamento de Minas Gerais e do Espírito Santo

Valter Pomar (SP), edição do OM, edição do Página 13, edição da Esquerda Petista, acompanhamento dos estados do AM, AC, RR, RO

Wilma dos Reis (DF), acompanhamento do MT

12/saúde

Foi aprovado que faremos plenária ou conferência de militantes da AE na área da saúde. O companheiro Valter vai acompanhar a questão.

13/informes

Na reunião foram dados informes sobre

-encontro nacional MST (Valter)

-setorial combate ao racismo (Fátima)

-setorial mulheres (Suelen e Wilma)

-informes sobre página 13 para distribuir no encontro de mulheres do PT, p13 8 de março, p13 Andes, p13 eleições estaduais (Valter)

-informes sobre BA, PR, sindical PE, Sergipe, MG (Valter)

-jornada nacional de formação (Sophs)

-congresso CNTE (Izabel)

-candidatura de militante no estado de Goiás que pede para entrar na AE (Júlio Quadros)

14/agenda atualizada

26 de janeiro plenária nacional de comunicação da AE nacional
27 de janeiro plenária nacional de mulheres da AE

29 de janeiro, reunião da coordenação provisória AE no Andes
29/01/2026 reunião da comissão organizadora do congresso nacional do PT
30 e 31 de janeiro de 2026: encontro nacional do setorial de combate ao racismo
31 de janeiro e 1º de fevereiro de 2026: encontro nacional do setorial de mulheres
31/01/2026 a confirmar congresso municipal de base Poços de Caldas/Itajubá
31 de janeiro e 1º de fevereiro de 2026 Encontro nacional de Setorial de Mulheres
1 de fevereiro regressa o podcast
1 de fevereiro/2026 plenária nacional de formação da AE. Pauta: 1/formação política do Partido; 2/formação política da tendência; 3/ELAHP.
2 de fevereiro reunião de dirigentes setoriais da AE
05/02- Reunião da Executiva Nacional (presencial)
07/02, Reunião do Diretório Nacional do PT comemoração do aniversário do PT (presencial em Salvador)
12 de fevereiro, plenária nacional AE no Andes

21 e 22 de fevereiro de 2026 -VII Jornada Estadual de Formação Política da AE do RS (Pelotas)
22/02/2026 reunião da Direção Nacional da AE
27 de fevereiro a 1 de março Jornada nacional de formação política da AE em Natal (RN)
28 de fevereiro plenária estadual da pré-candidatura Guida
2 a 6 de março congresso do ANDES em Salvador-BA
08/03 Dia internacional de luta das mulheres
09/03 Reunião da Executiva Nacional do PT (presencial)
26 a 29 de março – I Conferência Internacional Antifascista (POA)
29/3 reunião da Dnae
27 e 28 de março – Elahp RN Curso Gênero, Raça e Classe – Lutas Contra Opressões
01/04 Reunião da Comissão Executiva Nacional do PT
10 a 12 de abril – Elahp RN Curso América Latina

11 de abril – X congresso estadual da Articulação de Esquerda do RS
24 a 26/4/2026 CONGRESSO NACIONAL DO PT
26/4 reunião da Dnae
01/05 Dia de luta da classe trabalhadora
04/05 Reunião da Executiva Nacional
29 e 30 de maio – Elahp RN Quem e como domina a classe dominante no RN
31/5 reunião da Dnae
5 a 7 de junho – Elahp RN Guerra Civil Espanhola
11/06 Reunião da Executiva Nacional
13/06 Reunião do Diretório Nacional
28/6 reunião da Dnae
JULHO Convenções partidárias
26/7 reunião da Dnae
30/8 reunião da Dnae
27/9 reunião da Dnae
04/10 Primeiro Turno das Eleições
08/10 Reunião da Executiva Nacional
10/10 Diretório Nacional
25/10 Segundo Turno das Eleições
01/11 reunião da Dnae
27, 28 e 29/11/2026 XI Congresso Nacional da AE
29/11 reunião da Dnae
10/12 Reunião da Executiva Nacional
12/12 Diretório Nacional
13/12 reunião da Dnae

15/eleições sindicais

SINDEMA: março 2026
Sindicato Bancários SP, Osasco e região: 2027
FETEC: segundo semestre 2026
CONTRAF: primeiro semestre 2026
Petroleiros SJC: 2027
Servidores SJC: eleição 2027
ADUFABC: eleição em 2026
Jornalistas SP: eleição 2027
SINPRO Guarulhos: abril 2028
APEOESP: 2026
Servidores Santo André: 2026

 

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