
A luta no Congresso Nacional se faz cada vez mais necessária. Com o avanço da extrema-direita na institucionalidade, o espaço da Câmara dos Deputados e do Senado Federal precisa ser ocupado por pessoas comprometidas com a luta da classe trabalhadora brasileira.
Nesse sentido, Dionilso Marcon se apresenta novamente como pré-candidato a Deputado Federal. Marcon é agricultor assentado da reforma agrária, natural de Rondinha. Iniciou sua trajetória política em 1987 como membro da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, também atuou na Paróquia de Ronda Alta com o Padre Arnildo Fritz. Acampou por 4 anos, fez parte da direção do MST e foi assentado em 1994, no Assentamento Capela no município de nova Santa Rita, onde mora há 32 anos e integra a COOPAN, uma das maiores produtoras de arroz orgânico da América Latina. Em 1998, foi eleito Deputado Estadual e cumpriu 3 mandatos até 2010, quando foi eleito pela primeira vez a Deputado Federal, sendo reeleito por mais 3 vezes.
Marcon é um deputado das causas da classe trabalhadora, tanto urbana quanto rural. No Congresso, sempre defendeu a reforma agrária, a reforma urbana, a economia solidária, mais direitos para os trabalhadores, defesa dos sindicatos e sempre esteve junto das lutas das mulheres, negros, LGBT+, quilombolas e indígenas. Esteve na linha de frente da defesa do fim da escala 6×1 na Câmara e integrou a CPI do MST, defendendo o movimento popular contra os ruralistas.
A história de luta do companheiro Marcon e a sua atuação, sempre combativa, reafirmam a importância do seu papel dentro da institucionalidade. Essa atuação sempre foi ligada aos movimentos populares, ao diálogo com o povo trabalhador gaúcho e as entidades de representação de trabalhadores.
Nesta última legislatura, a Câmara dos Deputados enfrentou tempos difíceis, com leis anti-povo em pauta. Não é por menos que o Congresso está sendo conhecido como “inimigo do povo”! A atuação da nossa Bancada Federal, junto com o Governo do Presidente Lula e os partidos progressistas, teve papel importante na garantia de direitos aos trabalhadores: conquistamos o fim do Imposto de Renda para até R$ 5 mil, a igualdade salarial entre homens e mulheres e avançamos no fim da escala 6×1. Porém, também tivemos muitos retrocessos – em uma balança, foram mais projetos anti-povo aprovados – com a aprovação de perseguição aos movimentos do campo, a destruição das leis de proteção ao meio ambiente e o ataque aos direitos das mulheres, negros e indígenas.
Portanto, é necessário ocuparmos as ruas, redes, mentes e corações do povo gaúcho e brasileiro para construir um projeto popular, liderado, mais uma vez, pelo Presidente Lula, fortalecendo o Congresso Nacional com as pré-candidaturas de esquerda, representativas dos movimentos populares, para que possamos construir um Brasil mais justo e igualitário. Da mesma forma, precisamos conquistar o maior número de Governos Estaduais e formar bancadas nas Assembleias Legislativas capazes de sustentar um programa político enraizado de norte a sul do país. No Rio Grande do Sul, é necessário conquistarmos o Palácio do Piratini com as pré-candidaturas de Juliana Brizola e Edegar Pretto, defendendo um projeto popular, assim como precisamos ocupar o Congresso Inimigo do Povo com as pré-candidaturas ao Senado de Pimenta e Manuela e a pré-candidatura a Deputado Federal de Marcon.
Vamos juntos com o Brasil rumo ao hexa e Lula rumo ao tetra!
