Bozo haikai: tô fora, tá okey?

Bozo haikai: tô fora, tá okey?

Bozo haikai: tô fora, tá okey?

Bozo haikai: tô fora, tá okey?

Por Valter Pomar (*)

Acabou, por ahora, a queda de braço dentro da extrema direita.

O discurso minimalista feito pelo cavernícola, na tarde de 1 de novembro, confirma ter prevalecido o grupo que acha melhor “deixar de lado qualquer tipo de ‘operação Capitólio’ e adotar nos próximos anos uma tática mais ‘sofisticada’, combinando ações fora-da-lei com uma oposição institucional mais ou menos radical”.

A referência entre aspas está aqui: Dilema cavernicola

O que levou o cavernícola a esta decisão? Algum dia saberemos todos os detalhes, mas há dois motivos óbvios: faltou apoio de massa e faltou apoio da classe dominante.

Mas apesar disso, o recado do cavernícola está claro: a luta continua.

Continua a luta política.

Continua a luta ideológica.

E continua, também, o recurso às “mobilizações populares”.

Portanto, o que nos espera são tempos de muito conflito.

Como se preparar para isto – sem bateção de cabeça, sem machismo-leninismo, mas também sem ficar na mão de terceiros – é um dos grandes desafios do presente.

ps1. atendendo ao pedido de uma companheira, sugiro ler Aldo Fornazieri, o PT e o “machismo-leninismo”

(*) Valter Pomar é professor e membro do diretório nacional do PT

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