Por Valter Pomar (*)
A mais recente do prefeito de Maricá segue abaixo:
https://www.instagram.com/reel/DXNs7D9DbZg/?igsh=MWN5MndyajN0aDBmcw==
Vejam o detalhe:

O cidadão talvez se imagine um miliciano defendendo a pátria livre dos gusanos na Baía dos Porcos.
Mas como a verdade é sempre concreta, o miliciano que este tipo de atitude emula é outro.
Por isso e por todo o resto, reitero o que já disse e escrevi inúmeras vezes ao secretário-geral do PT e a outros dirigentes: basta de prevaricação.
O cidadão precisa ser submetido à comissão de ética. E devidamente punido. Antes que seja tarde demais.


(*) Valter Pomar é professor e diretor da FPA

Respostas de 5
Ensinar que ninguém está acima dos princípios do partido, independentemente do cargo ou carisma, Maricá, prefeitura, votos, eleições e o escambau.
Fora Quaquá.
Gente é Coerência entre Meios e Fins, não se constrói uma sociedade democrática com métodos internos ditatoriais ou violentos!
O primeiro erro é isolar quem denuncia. O partido deve oferecer suporte imediato.
O andamento do processo (dentro do sigilo necessário para as partes) deve ser comunicado para evitar a sensação de impunidade.
Espero acompanhar no jornal página 13
Companheiro,
Que vexame internacional essa imagens.
O Conselho de Ética não é um tribunal de conciliação; é um órgão de defesa dos princípios do partido. A camaradagem ou o histórico de luta do denunciado não podem servir de escudo para comportamentos abusivos. Se houve violação ética, a sanção deve ser proporcional. Pelos mortos, torturados e desaparecidas deste país, uma postura firme demonstra que o partido prioriza a segurança de seus membros em detrimento de comportamento fascista.
Eu alerto a todos os filiados e filiadas sobre uma proteção do coletivo.
A forma como o partido lida com seus conflitos internos molda a cultura política dos jovens militantes: Mostrar que atos têm consequências e que a militância exige um padrão ético elevado, medidas contra o Quaquá vão ter, mais o como será feito precisa ser prudente, para servir como amostra para outros militantes de que ignorar a ética em nome da eficiência ou do poder pessoal já deixou de servir à causa que diz defender.
Muitas vezes, comportamentos fascistas se reproduzem por falta de estudo sobre o que é, de fato, a democracia interna. A punição deve vir acompanhada de um processo de reeducação, se houver espaço para tal.