Balanço proporcionais – Dionilso Marcon

Balanço proporcionais – Dionilso Marcon

Balanço proporcionais – Dionilso Marcon

Balanço proporcionais – Dionilso Marcon

Por Dionilso Marcon (*)

Finalizamos o primeiro turno das eleições 2022 muito confiantes, primeiro por termos vencido o primeiro pleito e conseguido atingir com Lula a maior votação da história, foram 57 milhões de votos, segundo pela nossa reeleição, tendo aumentado os nossos votos.

Aproveito a oportunidade, como deputado federal reeleito, para agradecer a todos e todas que confiaram seu voto em nosso trabalho, foram mais de 129 mil votos, o que nos possibilita darmos continuidade ao nosso trabalho no parlamento brasileiro, sendo uma voz do povo, defendendo os trabalhadores do campo e da cidade.

Em uma primeira avaliação, consideramos que tivemos um maior número de candidaturas, e, pela primeira vez na história, o PT preencheu as vagas na chapa federal e estadual. Nesse processo, a AE contribuiu com um grande número de candidaturas e tivemos êxito no resultado eleitoral, contribuindo para o aumento da legenda.

No cenário geral do Rio Grande do Sul, com a consolidação da Frente da Esperança, reunindo as forças da esquerda gaúcha em uma chapa, tivemos um bom desempenho eleitoral, mesmo ficando fora da disputa do segundo turno. Ampliamos as nossas representações na Assembleia Legislativa e também na Câmara Federal, inclusive com uma maior diversidade e representação. Em que pese uma breve avaliação, não tivemos um melhor resultado por erros estratégicos que foram: a) a perda do programa partidário na pré-campanha pela direção estadual do PT; b) a falta de materiais da majoritária; e c) as atividades de pré-campanha e campanha foram muito internas, não ampliando a base para fora do partido.

Não podemos deixar de pontuar que nossa candidatura ao Governo Estadual e ao Senado não conseguiram alcançar a mesma votação de Lula, e fomos derrotados pela direita fascista no estado: Ônix, representante fiel ao Bolsonarismo na disputa ao Governo, Mourão, vice-presidente de Bolsonaro, e uma grande representação de deputados bolsonaristas foram bem votados nesse pleito. Precisamos avaliar com seriedade, responsabilidade e compromisso o que representa esse resultado para o povo gaúcho.

Avançamos muito, mas o caminho para superar/derrotar Bolsonaro e o bolsonarismo ainda é longo. Vamos agora para o segundo turno das nossas vidas, sem medo de ser feliz, para que possamos eleger o projeto de Brasil sem ódio, onde o amor vai vencer, ao lado de Lula nosso presidente.

(*) Dionilso Marcon é deputado federal reeleito (PT-RS)

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